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Criança reclama de monstro no quarto e babá acha homem embaixo da cama

O que parecia ser apenas mais um medo de uma pequena criança revelou um caso…

O que parecia ser apenas mais um medo de uma pequena criança revelou um caso real de invasão e violência no município de Great Bend, que fica no estado do Kansas, nos Estados Unidos da América (EUA). 

Uma babá colocava as crianças para dormir quando uma delas disse que havia um “monstro” debaixo da cama. Ao se abaixar para mostrar que não havia nada, a mulher deu de cara com um homem escondido. O caso foi registrado no último dia 24 de março.

A babá e o homem entraram em uma briga física, mas o homem acabou fugindo da casa e foi detido na mesma área na manhã seguinte. O caso aconteceu em uma casa que fica perto de Great Bend, uma cidade de cerca de 15 mil habitantes na parte oeste do Kansas.

De acordo com o relato da polícia local, o suspeito identificado como Martin Villalobos Jr., de 27 anos, saiu debaixo da cama e entrou em luta corporal com a babá, derrubando-a no chão. Em seguida, ele conseguiu fugir antes da chegada dos policiais

O que se revelou a seguir foi, no mínimo, chocante. A polícia trouxe informações que revelaram que o homem estava vivendo escondido dentro da casa. No dia seguinte, ele foi localizado por agentes, que realizaram uma perseguição a pé e conseguiram prendê-lo.

Villalobos Jr. foi indiciado por sequestro agravado, roubo agravado, agressão agravada, colocar crianças em perigo, obstrução de um policial e violação de ordem de restrição por abuso. Ele permanece detido sob fiança de US$500 mil.

 

Acreditar na criança 

A psicologia ensina, que devemos sempre acreditar nas crianças para a garantia de seus direitos, para seu desenvolvimento pleno e a segurança. Esse processo envolve uma escuta atenta, sensível e respeitosa na qual as crianças são reconhecidas como um sujeito de direitos. O caso mostra que a babá agiu certo ao checar a informação recebida pela criança. A escuta sensível e respeitosa envolve atenção e disponibilidade afetiva. O mesmo deve ser observada quanto ao abuso infantil. 

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