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"EVENTOS LIBERADOS, e agora?", por Lidú Figueiredo


Foto: Reprodução

ATENÇÃO! Este não é um post de “coitadismo” para falar sobre um dos mercados que mais sofreu na pandemia. Trago uma mensagem sobre ESTRATÉGIA de marketing.

EVENTOS LIBERADOS, e agora?

Agora chegou a hora de você ir além das postagens nas redes sociais. Chegou a hora de acreditar em engajamento real com pessoas dentro do seu negócio. De criar ações que geram atitudes, mudanças de comportamentos ou, simplesmente, uma aceitação para uma nova ideia.

Embora muitas possibilidades tenham sido oportunizadas nos meios digitais, agora, mais do que nunca, precisa-se das pessoas no presencial. GENTE sempre será um fator de sucesso tanto online como offline.

Mas um detalhe deve ser levado em consideração: com tanto tempo de pessoas em casa, sem muitas interações presenciais, a sua responsabilidade ao fazer o convite deve oferecer uma magia, uma experiência. É como se o seu evento fosse um convite a gerar publicidade até para os convidados. — EITA!

Deixa eu explicar: Eventos são momentos criados com dia, hora e local marcados, têm uma lista de convidados definida e por esses motivos não são para todos. Estar lá, participando do evento, é algo especial. A ideia é valorizar o evento proporcionando um momento que reverbere no digital. Melhor dizendo: eu faço o evento, mas devo criar um espaço onde os convidados possam avisar a quem não está lá que eles estão. Criar desejo. 

Percebe que a estratégia de marketing para eventos utiliza de muitas formas de comunicação?

Trabalhando nessa especialidade há mais de 15 anos, só tenho a dizer que os desafios criativos para atrair as pessoas sempre serão gigantes, mas vale (MUITO) a pena.

Se você tem um negócio ou quer se lançar em alguma área, aposte em eventos estratégicos. É uma estratégia que envolve muitas outras. 

PS: Esta mensagem está focada na realidade do Ceará, onde moro, caso você seja de um Estado onde essa realidade ainda não seja possível, fique atento aos próximos decretos locais. Mesmo liberados, há medidas que devem ser seguidas.

Por Lidú Figueiredo
@lidufigueiredo

 

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