Instituto Qair promove exposição com Sérgio Helle
Sérgio Helle (Foto: Divulgação) Na próxima quinta, 17 de novembro, acontecerá o coquetel de abertura da exposição Mar Ancestral, na Galeria Leonardo Leal. O evento é realizado pelo

Sérgio Helle (Foto: Divulgação)
Na próxima quinta, 17 de novembro, acontecerá o coquetel de abertura da exposição Mar Ancestral, na Galeria Leonardo Leal. O evento é realizado pelo Instituto Qair, e tem como objetivo promover a valorização da cultura local e o incentivo à arte.
O Instituto Qair é uma iniciativa da Qair Brasil, subsidiária brasileira do grupo Qair International, de origem francesa, com mais de 30 anos de atuação no mercado de energias renováveis, e foi pensado como um veículo centralizador para a realização de ações sócio sustentáveis do grupo no Brasil. O Instituto tem o artista visual Sérgio Helle como seu Embaixador das Artes e da Cultura. Além dele, também presta apoio em patrocínio a atletas, eventos e outras instituições filantrópicas.
Sérgio Helle é um artista visual que desenvolve um trabalho mesclando as mais novas ferramentas digitais com técnicas de desenho e pintura. Com 34 anos de carreira, foi um dos primeiros artistas cearenses a utilizar o computador como ferramenta artística. Com a gravura Paixão, ganhou o Prêmio Gravura, do Salão de Abril, e com esse trabalho, o artista foi convidado para participar da III Bienal do Mercosul.
Seu mais recente trabalho é o projeto Mar Ancestral, suportado pelo Instituto Qair, que utiliza o sertão que já foi mar como inspiração, mais especificamente a região do Cariri, onde ele acredita haver uma experiência ancestral de mar, como uma documentação viva sobre a vida na Terra. Na exposição, os visitantes poderão ver através das telas, um mar de fósseis, resultado de sedimentações que atravessam eras e chegam até nós, hoje em forma de arte pelas mãos de Sérgio Helle.
"Já há alguns anos, com a Série Paradisus e Resurgentis, venho falando sobre a natureza e seus ciclos de vida e morte. MAR ANCESTRAL fala das minhas raízes. Nasci no Crato e vim para Fortaleza ainda criança. Esse trabalho é inspirado na região que abriga uma imensa diversidade de registros de vida e conta a história de milhões de anos de um lugar que um dia já foi mar”, relata o artista.
















