Professora é internada com Covid após dar à luz e família pede doações para custos do hospital
A meta é chegar a R$ 450 mil e o valor será inteiramente convertido para ajudar a pagar os custos do tratamento

Foto: Acervo Pessoal
Internada desde o dia 2 de junho devido a complicações pela Covid-19, a professora Lígia Teixeira, 31, teve de passar por um parto prematuro no dia 3 de junho, dia em que teve sua primeira filha, a pequena Clara. Desde então, com problemas graves em consequência da doença, Lígia segue internada no hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, no Rio de Janeiro.
Devido aos altos custos da internação, que já completa mais de um mês, a família de Lígia pede ajuda para arcar com os valores do hospital e, por meio de uma vaquinha on-line, reúne doações. A meta é chegar a R$ 450 mil e o valor será inteiramente convertido para ajudar a pagar os custos do tratamento. Na tarde desta terça-feira, 6, a vaquinha já tinha reunido 85 mil reais em menos de uma semana no ar.
Sua filha, Clara, teve uma parada cardíaca logo que nasceu, mas foi reanimada. O desejo de sua família é que a criança consiga reencontrar a mãe, com a ajuda da vaquinha on-line.
Lígia foi primeiramente para o Hospital Maternidade Casa Egas Moniz. Além do parto, Lígia foi intubada, teve traqueostomia para tratar uma pneumonia causada por uma bactéria hospitalar e teve segue em UTI após uma parada cardíaca. Pelo ocorrido, foi transferida para o Hospital Pró-Cardíaco, para conseguir acompanhar melhor os possíveis danos neurológicos.
Segundo a irmã de Lígia, Elisa Garcia, o plano de saúde, Golden Cross, não cobre o tratamento no hospital. Abalada, a família de Lígia espera que esse “pesadelo” termine logo. “Amada pela família, pelos amigos e alunos”, destaca Elisa, aguardando ansiosamente pelo dia que Lígia possa voltar para casa e reencontrar Clara.
Serviço:
Vaquinha: pelo site
















