Novo ciclone se aproxima do Sul do Brasil
Foto: Divulgação O Sul do Brasil deve ser novamente atingido por outro ciclone extratropical e por uma frente fria entre hoje e a próxima quarta-feira (08). Segundo institutos de m

O Sul do Brasil deve ser novamente atingido por outro ciclone extratropical e por uma frente fria entre hoje e a próxima quarta-feira (08). Segundo institutos de meteorologia, o novo ciclone não é do tipo bomba. Mesmo assim, há alerta de ventos de até 100 km/h e chuva volumosa. Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ser os estados mais afetados novamente.
De acordo com a Climatempo, o ciclone deve atingir oeste, planalto sul, serra e litoral sul e a Grande Florianópolis em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a forte chuva deve chegar a planalto, serra, noroeste, Grande Porto Alegre e litoral norte do Rio Grande do Sul. Essas regiões são as que estarão mais sujeitas a ter rajadas de vento em torno dos 100 km/h e volumes de chuva da ordem de 100 mm em 48 horas.
Em apenas 24 horas, algumas cidades terão o volume de chuva superior à esperada em todo o mês de julho.
Semana passada
Um ciclone extratropical, fenômeno também denominado de ciclone bomba, mudou o clima no Sul e Sudeste do Brasil semana passada com queda drástica de temperatura, ventos com mais de 100 km/h, chuvas torrenciais e até neve. O fenômeno foi sentido no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os moradores se assustaram com o início dele.
Em cidades como Florianópolis e Balneário Camboriú, a passagem do fenômeno apavorou moradores, que gravaram vídeos em pânico com a intensa chuva e a forte ventania.
O meteorologista Heráclio Alves, do Instituto Nacional de Meteorologia, afirmou que ciclones extratropicais são relativamente comuns e são formados por áreas de baixa pressão atmosférica. "Ele causa basicamente ventos mais fortes, muita chuva, e, a partir daí, se formam as frentes frias. Entre ontem e hoje, foram registradas rajadas de vento de 50 a 100 km/h no Rio Grande do Sul. Amanhã, ele se desloca para o oceano, quando o passa a afetar mais a costa do País", afirmou em entrevista à BBC News Brasil.
















